sexta-feira, 11 de setembro de 2009

toc toc toc!

O amor bateu na porta, e eu não o deixei esperando demais, tava frio lá fora. Era tão sereno o seu olhar, me encantei de tal forma que meus olhos se encheram d'água, era uma felicidade bonita, há tanto tempo guardada em um báu, como um livro antigo qualquer. Não houveram apresentações formais, estas deram lugar a versos, algo totalmente incomum. Não achei que existisse alguém como você, foi quase como encontrar um dinossauro habitando o planeta terra de tão raro. Sua voz é do jeitinho que eu imaginava, talvez até mais linda. Sinto que já te conheço há séculos, e que vinhamos nos desencontrando ano após ano, mas felizmente, nossos destinos se cruzaram, e é tão estranho, porque eu te sinto bem aqui do meu lado, mesmo você estando tão longe. Eu sei que não é algo passageiro, já está durando, e vai durar muito mais. Eu quero conhecer estes lugares que você citou, acampar na praia, conhecer seus melhores amigos, a Gal, o seu apartamento, tudinho tudinho. Quero poder deitar no teu colo, te contar do meu dia, das minhas desventuras (como você mesmo disse), das minhas agonias, dos meus medos, tudinho tudinho. Acordar ao teu lado, com a cara amassada, te fazer um carinho, dar bom dia, seguido de um, dois, três beijos, quantos você quiser. Tomar café da manhã, almoçar e jantar, ouvir o barulho da porta quando você adentrar. Vmaos brigar, mas logo depois vamos nos reconciliar, seguido de um, dois, três beijos, quantos forem necessários. O melhor meio vai ser sempre desculpar, perdoar, buscar uma solução qualquer para os nossos problemas, mas nunca terminar. Amores verdadeiros duram outonos, primaveras inteiras, e sempre se repete, fortalece, amadurece, não acaba não. Saiba que vou estar sempre aqui, pronto para te ajudar, te apoiar, puxar a tua orelha, fazer um cafuné, te beijar, abraçar, dar bom dia, boa tarde, boa noite, chamar o teu nome, te lembrar de alguma atividade do dia, rir das suas piadas, das nossas, passear pela cidade, ouvir da tua vida, das nossas. Sempre, sempre e sempre. Amor é pouco, o que eu sinto não tem nome.

Um comentário:

Rodrigo disse...

O amor!! Cultivar esse sentimento é o que há de melhor na vida! Belas palavras! Abraço!